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Mostrando postagens de dezembro, 2019

Solidão Piauiense

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Tem dias que me sinto um ignorante de primeira classe. Sim, caro leitor, me sinto um completo idiota em determinados assuntos. Assuntos de diversas categorias. Mas o assunto que mais vem me incomodando envolve uma matéria amada por muitos: a geografia.  Sempre tive boas notas em geografia, geralmente as mais altas da sala. Porém, um assunto sempre me incomodou muito. O Piauí. Para mim e muitos outros, o Piauí é o estado mais solitário do Brasil. Explico, explico. Eu, em 16 anos de vida, parei para pensar no estado nordestino apenas umas 2 vezes. Me sentia muito mal por isso, achando que eu era um ponto fora da reta. Porém perguntei para uma grande amiga: “Quantas vezes você já pensou no Piauí?”. E ela, com a calma e luz de sempre, disse: “Sinceramente, acho que umas duas ou três”. Abro parênteses. Minha amiga tem 48 de experiência escolar. É uma das pessoas mais inteligentes e interessantes que eu já vi. Como disse a ela há pouco tempo: “Você é luz”. Fecho parênteses. E com ...

Presente surpresa

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Geralmente só ganhamos presentes em datas comemorativas. Porem ganhei um presente hoje, presente que não é físico e sim um ensinamento. Se bem que, na minha opinião, um ensinamento é mais importante que uma camisa. Hoje eu ganhei uma derrota. Agora o leitor deve estar revoltado e pensando “Que raio de presente é esse?”. Explico, explico. Hoje perdi uma partida em um campeonato de futebol, mas a derrota me ensinou algo importante. Me ensinou que é preciso saber ganhar. Como estou com tempo, vou contar o que aconteceu. Após o jogo, que foi 4 a 3 pra os adversários, vi uma mulher, com mais ou menos 40 ou 50 anos, caçoando crianças, de 9 ou 10 anos no máximo. Repito. Vi uma mulher, com mais ou menos 40 ou 50 anos, caçoando crianças, de 9 ou 10 anos no máximo. E foi ai que pensei “É preciso saber ganhar”. Sempre falam o contrário “É preciso saber perder”. Geralmente, falam essa frase para quem não aceita a derrota. Eu ouço muito essa frase desde os meus 10 anos. Vou tentar m...

As janelas da alma

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Hoje irei falar sobre o brilho nos olhos. Sim, mais uma vez esse tema. Como já disse, sou um pouco obsessivo, praticamente uma “flor da obsessão”. Não sei se vocês, caros leitores, convivem com alguém apaixonado. Como os olhos dos apaixonados brilham, brilham mais que muitas estrelas, quase a chama de uma fogueira. Se bem que, na minha opinião, a paixão cega. Vejam meu caso. Sou um eterno apaixonado, vivo a base de paixões. E minha paixão mais duradoura, durou em torno de 8 meses, me cegou. Eu não via os problemas do mundo, era um absurdo de feliz, na época, eu repetiria com grande facilidade a frase da Rita Lee “Amor é divino”. Porém, depois do término, virei o dobro do que eu era antes, não que a pessoa me atrasa-se, mas eu não via o que estava na minha cara. Digo com toda certeza. A paixão é a maior responsável pelas cegueiras do mundo. No entanto, falei tudo isso para chegar num assunto. O brilho nos olhos dos pedagogos. Brilho que é mais luminoso que as estrelas, que a c...