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Bendito seja Deus...

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Há pouco tempo atrás, fui em uma missa. Tudo corria dentro da normalidade, até o padre, um senhor baixinho com os cabelos grisalhos e um riso frouxo, fazer os comentários sobre o evangelho, que falava o seguinte: “Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, ele se assentará em seu trono na glória celestial. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes. E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda.”. Logo após o padre ler e versículo acima, para ser mais especifico, Mateus 25:31-33, ele começou a tecer alguns comentários com toda a igreja, que começaram leves e foram se tornando um tanto quanto ásperos, me lembro de quase tudo, vejam: “Irmãos e irmãs, depois da leitura dessa pequena parte do nosso livro sagrado, faço uma pergunta a todos vocês. O que aconteceria se Jesus voltasse hoje? Faço esse questionamento a vocês, lembrando que nem eu tenho a resposta, irmãos de fé, poré...

Pelo meu ego!

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Antes de tudo, quero dizer que, provavelmente, estou escrevendo esse texto porque quero provar a mim mesmo que ainda consigo escrever um bom texto. Ultimamente, venho escrevendo muitos poemas, mas escrever poema é fácil, difícil é fazer com que um pensamento tenha início, meio e fim, e isso tem muito tempo que eu não faço. Pois é, insuficiência de merda! Tudo bem que não estava com planos de escrever esse horário, para contextualizar, são exatamente 2:01 da manhã, mas um pensamento teimoso está demorando mais o normal para ser esquecido, e por conta disso, tentarei escrever. Agora sim, vamos ao texto! “Que pensamento?”, vocês, caros leitores, podem estar se perguntando, e eu, como sempre faço, lhes digo: Quando nós, se referindo a humanidade, vamos pousar em Marte? Notem, que eu só disse pousar e não colonizar, que é o que a comunidade cientifica vem prometendo; Ou melhor, quando conseguiremos colonizar Marte?   Segundo alguns amigos, demoraremos muito para conseguir coloniza...

Segunda carta ao inferno

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Inferno, 30 de maio de 1964 Segunda carta que eu escrevo, e pouparei os comprimentos. Dessa vez não escrevo por conta do tédio, mas sim da insônia. Tive insônia a vida toda, jurava que depois de morto isso não ia acontecer mais. Como sempre, errei. Mas vamos para a parte importante. Hoje fiz uma descoberta aqui em baixo. Mas antes direi o contexto. Assim que notei que estava vindo para o inferno, um desejo, que antes era impossível de ser realizado, saltou da parte mais profunda do meu inconsciente. Pensei exatamente assim: “Vou conhecer o homem no qual eu li tantos livros falando sobre. Conhecerei Virgulino. Conhecerei Lampião”. Admito que fiquei animado, mas também admito que fiquei com medo da probabilidade de encontrar o Rei do Cangaço. Depois de um tempo aqui, considero que já tenho intimidade para perguntar sobre determinadas pessoas. Hoje, durante o lanche, ou o banho de sol, não sei como devo chamar, perguntei a mesma alma que me esclareceu quanto aos lat...

Leve como um tijolo

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Hoje, madrugada de uma sexta feira de maio, eu estive pensando um pouco sobre o atual Governo Federal Brasileiro e seus apoiadores. Pensamentos, que, como outros, não surgiram do nada. Para ser sincero, surgiu de uma conversa com uma grande amiga, ou melhor, uma das melhores amigas que eu poderia ter. Dedico esse texto a ela. Ou melhor, farei uma dedicatória diferente. Colocarei um poema que risquei a poucos dias. Siempre divido mis días en dos esferas. Algunos días son duros y malos Los otros, por otro lado, son los días en que te veo. Prometi a mim mesmo que não criticaria o governo do nosso excelentíssimo presidente Jair Bolsonaro, ao menos não em textos, até porque o texto fica pesado, porém acabo de quebrar minha promessa, se bem que eles, governantes desse país lindo, não vem facilitando minha vida. E com isso, decidi escrever três textos, ao menos inicialmente, falando um pouco sobre uma pequena parte da política de nossa nação. Não garanto que os textos fiquem bon...

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Poderia dedicar esse texto a minha insônia, porque como sempre, ou melhor, como boa parte das vezes escrevo ele depois das duas da manhã. Mas não, dedico esse texto a pessoas que fez com que eu pensasse até esse horário. Pessoa que não citarei o nome mas que ao ler esse texto medíocre saberá que é dela que eu me refiro. Depois de um tempo escrevendo sobre o governo, a sociedade e até mesmo fazendo cartas para tentar calar as vozes que tanto gritam dentro de mim, eu escrevo sobre a incerteza. Sentimento que – Apenas entre nós—assola e limita muita gente. Caberia falar sobre o “Covid-19” agora, até porque nunca sabemos o que irá acontecer num País quando uma doença altamente contagiosa assola nossas ruas, cidades e estados. Mas eu já estou bem cansado de falar sobre o governo, até porque se eu fosse comentar todos os erros eu teria que escrever todos os dias e destinar todo a minha tentativa de intelecto com esses canalhas. Mas não, hoje não irei falar do lado que já é muito va...

Primeira carta ao inferno

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Inferno, 31 de março de 2064. Espero que vocês estejam lendo esta carta, até porque foi difícil achar um papel e uma caneta. Caso estejam, quero dizer que estou bem, e que a vinda para o inferno não é tão turbulenta como imaginávamos. Eu já sabia que esse ia ser o destino da minha alma, não sabia que seria tão rápido, mas sabia que uma hora a minha vez ia chegar. Pelo menos a morte foi rápida, privilégios de um infarto. Desejo que todos fiquem bem sem mim, porém, para que não fiquem preocupados, falarei um pouco daqui. A viagem foi toda feita numa barca (extremamente parecida com o livro que eu obriguei vocês a lerem, “O auto da barca do inferno”, e com a peça que eu atuei quando tinha uns 15, 16 ou 14 anos, não me lembro muito bem). O único desconforto foi o número de pessoas. Nunca gostei de andar apertado, e como se fosse um castigo, tinha muita gente para pouco espaço. Ficamos, digo eu e meus companheiros de viagem, em torno de 2 horas, sentados até chegar em frente aos famo...

Santos, Santos e Santos

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Pela primeira vez vou começar o texto de forma direta, sem histórias, e sem frases. Ou melhor, começarei com uma frase do Nelson Rodrigues. “Deus só frequenta as igrejas vazias”. E agora serei direto e falarei a minha frase. A política Brasileira está rodeada de santos. E vou explicar o porquê nos próximos parágrafos, porque todos vocês, caros leitores, sabem que eu tenho medo do parágrafo ficar muito extenso. O meu primeiro ponto é que o governo prorrogou a isenção de impostos para os templos religiosos por mais 15 anos. E sim, eu sou a favor do pagamento de impostos, não só por templos religiosos mas pelas grandes empresas também. Mas não é de se surpreender um governo a “favor” da família Brasileira continuar isentando instituições não governamentais, principalmente as que envolvem religião. Contudo, é bom deixar claro que a isenção vem desde os governos do PT, ou seja, na minha sincera opinião, o governo atual não é o único culpado. E meu segundo ponto, que diferente do prim...