Todos somos, e quase todos negamos !




Queria ter alguém para dedicar esse texto, mas como não tenho, dedico ao meu ódio. O ódio deveria ser o sentimento mais único do mundo, porque o amor deve ser dado a todos, mas o ódio deve ser reservado a poucos.
Mas vamos ao texto. Hoje eu vi a ingratidão nos olhos, não que eu ache isso bom, pelo contrário, acho péssimo. Vendo ela nos olhos, como um toureiro com o touro, cheguei à conclusão de que ela é um dos maiores males da humanidade.
Todos somos ingratos. Somos ingratos quando maltratamos a mãe terra. Somos ingratos com quem tenta nos ajudar. Somos ingratos com nós mesmos.
E alguns leitores devem estar se perguntando o porquê escrevo sobre isso. Hoje tentei ajudar uma grande amiga e ganhei um grande e sonoro “Não! Você não quer me ajudar”. E quando digo grande digo grande amiga, é porque a pessoa é de uma importância tamanha.
Abro parênteses. Talvez eu esteja exagerando, pode-se ver que estou indignado. Se bem que não é difícil me ver assim, o governo me deixa assim. Fecho parênteses.
Agora voltando a ingratidão, caso você não considere algo grave, pense assim. A mãe terra nos dá morada, comida, e o nosso bem mais valioso, a vida, e o que nós damos em troca? Desmatamento, poluição, e o desrespeito a outra vida. Ou seja, ingratidão.
Já que citei a ingratidão à mãe terra vou falar um caso que vem me preocupando muito. A natureza nos deu as praias do Nordeste, e cá entre nós, eu e vocês, caros leitores, algumas delas são as mais belas do mundo. E o que nós damos em troca, óleo. Repito. Óleo. Uma parte do litoral Nordestino está coberto de óleo. Mas não vou me prolongar muito no assunto, os jornais já fazem isso por mim.
Termino com uma frase rápida como um coelho do interior de Minas Gerais –Sim, o mesmo interior citado no outro texto. A ingratidão é a escória do mundo.

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